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Wagyu Bosque Belo - conhecendo a raça e uma marca de qualidade

*George Toledo Gottheiner

A Wagyu Bosque Belo surgiu na década de 30, quando o alemão Georg Gottheiner se refugiou no Brasil, fugindo da Segunda Guerra Mundial, em Rolândia – PR, onde nasceu John George Gottheiner. Depois comprou a primeira fazenda da família em Mandaguassu e que recebeu, então, o nome de Bosque Belo.

Já na década de 80 John Gottheiner comprou seu primeiro sítio, e em homenagem ao pai, deu o nome de sítio Bosque Belo. Nascia aí o projeto da empresa como é hoje. John sempre teve amor pela agropecuária, começou criando cavalos, produziu leite e então passou para o gado de corte.

Desde o início do projeto, a empresa já foi moldada pelos princípios de John. O confinamento, construído lá atrás, sempre teve um pilar, o bem-estar animal. Com espaçamento suficiente para os amimais se locomoverem, 100% sombreado, cocho coberto e piso concretado, o que nos possibilita a retirada de todo esterco e chorume produzidos para usarmos como adubo nas áreas de plantio do alimento dos próprios animais.

Outro princípio da Bosque Belo, desde o começo, é a verticalização, de forma que assim, temos maior controle na qualidade, já que todos os cortes comercializados pela empresa são oriundos de animais nascidos, criados, recriados e engordados em nossas fazendas. Sendo a cria e recria em Aquidauana - MS e o confinamento em Boituva – SP.

Porém foi em 1999 que John Gottheiner conheceu a raça Wagyu, e, visionário como era, investiu na compra logo de cara de 1500 doses de sêmen, se tornando o maior produtor de Wagyu do país. Sem saber como criar o animal, até hoje são poucos os trabalhos realizados sobre a raça, se teríamos público consumidor, enfim, se teríamos lucro. Já no começo dos anos 2000 a Bosque Belo já fornecia os hoje tão amados cortes de Wagyu, para os principais restaurantes de SP.

Em 2015, George Gottheiner assume o projeto após o falecimento de seu pai. Trazendo nos genes a filosofia de seu pai, George trouxe para a empresa ainda mais ideias para melhorar cada vez mais a qualidade de vida dos animais e da carne que comemos. Hoje, possuímos música clássica 24h no confinamento, pneus de borracha para os animais se descontraírem e, pensando na carne o mais saudável possível, não utilizamos nenhum ionóforo na dieta dos animais, substituímos por óleos essenciais.

Com a visão de marketing de Nathalia Gottheiner, esposa de George, nós demos início a um projeto de abrirmos nossas porteiras para que o público (até então formado basicamente por chefs de restaurantes) pudesse conhecer a importância de todo trabalho realizado dentro das fazendas para que pudessem ter a estrela de seus cardápios com garantia de qualidade e fornecimento.

Porém, todos sofremos um baque quando surgiu a pandemia. O que fazer com quase 100% dos clientes fechados? Voltamos nossa atenção para dentro das casas, lançamos nosso delivery atendendo toda a Grande SP. Abrimos uma pousada na fazenda, muito exclusiva, apenas com 5 quartos para que os hóspedes também pudessem conhecer nosso processo. Mas o principal que a pandemia nos trouxe foi tempo para pensar e nos redescobrir. Com os clientes fechados, o que fazer com o estoque de carnes no teto? Passamos a fazer testes, e, destes testes nasceram algumas boas surpresas, linguiças frescas e defumadas (estas com todos conservantes naturais), salsicha, hambúrguer e a estrela da casa, Bacon de Wagyu Bosque Belo.

Após mais de 20 anos, a Bosque Belo está presente em restaurantes de todas as regiões do Brasil, dentre eles, Rosewood, Copacaba Palace, Palácio Tanguará, Fasano, Aizomê e diversos restaurantes nipônicos, hamburguerias e Boutiques de carne. Além de possuirmos nosso e-commerce para atender o público final, através do site wagyuonline.com.br. 

null Proprietário e Diretor da Wagyu Bosque Belo.

Presidente da Associação Brasileira de Criadores de Wagyu (ABCW) 2017 – 2020.